O direito ao voto feminino no Brasil foi instituído em 24 de fevereiro de 1932, quando o primeiro Código Eleitoral passou a permitir que mulheres pudessem votar e ser votadas, consolidando um marco histórico na participação política das brasileiras.
Hoje, quase um século depois, as mulheres representam a maioria do eleitorado brasileiro, com cerca de 52% do total de eleitores, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A conquista do sufrágio feminino no Brasil foi precedida por décadas de luta de ativistas e sufragistas, como Celina Guimarães Viana, que em 1928 se tornou a primeira eleitora registrada no país, e outras pioneiras que impulsionaram esse direito no início do século XX.
Apesar do expressivo percentual de eleitoras, a representatividade das mulheres em cargos eletivos segue aquém da participação nas urnas. Em anos recentes, elas continuam sub-representadas em espaços de poder político, como no Legislativo e Executivo, refletindo desafios que ainda persistem na plena igualdade de gênero dentro da política institucional brasileira.




