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Corretora pode ter sido morta em intervalo de oito minutos no subsolo de prédio em Caldas Novas, diz polícia

A corretora de imóveis Daiane Alves, de 43 anos, pode ter sido morta em um intervalo de aproximadamente oito minutos no subsolo do prédio onde morava, em Caldas Novas (GO). A informação foi confirmada pelo delegado André Luiz Barbosa durante coletiva de imprensa.

Imagens de câmeras de segurança mostram Daiane deixando o elevador às 19h, no último registro em que aparece no prédio. Segundo a Polícia Civil, o próximo acesso ao subsolo ocorreu apenas às 19h08, quando outra moradora entrou no local. Essa pessoa foi ouvida e afirmou não ter presenciado qualquer crime.

Com base nos registros das câmeras e nos depoimentos colhidos, os investigadores acreditam que o assassinato tenha ocorrido nesse intervalo, no dia 17 de dezembro de 2025.

O síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, foi preso após confessar o crime e indicar à polícia o local onde deixou o corpo da vítima. O filho dele, Maicon Douglas Souza de Oliveira, também foi preso, suspeito de participação. Ambos passaram por audiência de custódia na quinta-feira (29), quando a Justiça decidiu manter as prisões.

Em nota, a defesa do síndico informou que ele está colaborando com as investigações.

Segundo a polícia, antes de chegar ao subsolo, Daiane gravou vídeos dentro do elevador, enviados a uma amiga. Ela descia para verificar o padrão de energia do prédio, já que o apartamento estava sem fornecimento elétrico. O terceiro vídeo gravado não chegou a ser enviado.

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